O jornal Valor registra que a Chrysler voltará a produzir veículos no Brasil. A iniciativa já vem sendo avaliada desde 2010. O investimento poderá ser feito dentro de uma fábrica da Fiat e os detalhes da operação dependem, agora, da política industrial a ser fixada no novo regime automotivo, segundo Sérgio Ferreira, o executivo escolhido pela Fiat para comandar a Chrysler no país.
De acordo com o jornal, uma das ações mais importantes para preparar a chegada da Chrysler foi a recente abertura de dois centros de distribuição de peças de reposição, em Louveira (SP) e Buenos Aires. Com espaço para o armazenamento de componentes, a marca toma fôlego para o passo seguinte, a expansão da rede de concessionárias.
O artigo do jornal sugere que o destino do investimento da Chrysler pode ser o polo automotivo da Fiat em Goiana, PE, local onde será mais fácil acomodar a operação do que na fábrica de Betim.
fonte:http://www.automotivebusiness.com.br
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sábado, 31 de março de 2012
sábado, 3 de março de 2012
B2W reporta prejuízo de R$ 28,8 milhões no 4° trimestre
A maior operação de e-commerce do Brasil (que engloba as plataformas Americanas.com, Submarino e Shoptime) reportou nesta sexta-feira prejuízo de R$ 28,8 milhões entre outubro e dezembro de 2011, mais que o dobro do valor registrado pela companhia durante o quarto trimestre de 2010 (R$ 14,2 milhões).
Ainda assim, o resultado negativo foi menor quando comparado a estimativa de alguns analistas, que previam prejuízo de R$ 29,8 milhões no período.
No acumulado do ano, o grupo de varejo online brasileiro apurou prejuízo de R$ 89,2 milhões, ante lucro de R$ 33,6 milhões no ano anterior.
“No último trimestre de 2010, tivemos instabilidades em nossa operação logística e de atendimento, que nos afastaram em 2011 do nosso maior objetivo: oferecer aos nossos clientes a melhor seleção de produtos, preços competitivos, com a maior qualidade de serviços e o melhor atendimento”, afirmou a B2W no demonstrativo.
A receita do último trimestre de 2011 cresceu 2,1% para R$ 1,176 bilhão, enquanto no ano este aumento foi de 3,9% para R$ 4,232 bilhões.
O Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) marcou R$ 101,7 milhões no trimestre, queda anual de 47,5%, com a margem caindo de 16,8 para 8,6%.
“Conjuntamente, uma política de preço e de frete mais agressiva prejudicou a nossa rentabilidade. Nesta perspectiva, o ano 2011 foi um período de transição onde muitos problemas foram endereçados e corrigidos, mas onde os resultados ficaram muito aquém das nossas expectativas”, acrescentou.
fonte: E-Commerce News
sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012
Brasil encerra 2011 como 4º maior mercado de carros, diz consultoria
A empresa de consultoria Jato Dynamics do Brasil divulgou, nesta sexta-feira (17), o ranking de vendas globais de automóveis e comerciais leves em 2011, que aponta o Brasil em quarto lugar, mantendo a colocação de 2010. A China, segundo o levantamento, fechou o ano como a líder disparada no mercado automotivo com crescimento de 7% em comparação ao ano de 2010, ultrapassando a marca de 14 milhões de automóveis vendidos.
Em segundo lugar aparecem os Estados Unidos, com aumento de 10,3%, e Japão, com queda de 15,2%. Os dados chineses incluem apenas veículos de passeio. Para o restante dos países os números englobam carros e comerciais leves.
O Brasil manteve o quarto lugar com aumento de 2,9% nas vendas de veículos se comparado a 2010. A Alemanha apresentou recuperação com crescimento de 9,1% nas vendas e manteve a quinta colocação. A Índia fechou o ano com aumento de 6,1%, ficando em sexto lugar.
De acordo com a Jato Dynamics, a Rússia obteve aumento significativo se comparado ao ano anterior com crescimento de 38,9% nas vendas. Os países europeus como França, Grã-Bretanha e Itália, apresentaram queda de 1,3%, 2,3% e 10,5%, respectivamente ocupando as três últimas posições no ranking do Top Ten.
Desempenho das marcas
A pesquisa aponta ainda que a Volkswagen ficou na liderança em vendas de automóveis e comerciais leves no ano de 2011, com 16% de crescimento comparado ao ano passado. A Toyota terminou o período em segundo lugar mesmo com queda de 7,9% nas vendas. Na terceira posição está a Ford com 9,3% de aumento nas vendas do ano. Já a Chevrolet terminou o ano em quarto lugar com aumento significativo de 13,7% em relação ao ano anterior. Destaque para a Kia que obteve a maior variação percentual entre as 10 maiores marcas, com crescimento de 22%.
A pesquisa aponta ainda que a Volkswagen ficou na liderança em vendas de automóveis e comerciais leves no ano de 2011, com 16% de crescimento comparado ao ano passado. A Toyota terminou o período em segundo lugar mesmo com queda de 7,9% nas vendas. Na terceira posição está a Ford com 9,3% de aumento nas vendas do ano. Já a Chevrolet terminou o ano em quarto lugar com aumento significativo de 13,7% em relação ao ano anterior. Destaque para a Kia que obteve a maior variação percentual entre as 10 maiores marcas, com crescimento de 22%.
“A Volkswagen manteve a liderança graças aos grandes resultados nos mercados emergentes, suas vendas cresceram consideravelmente na China, Índia e Brasil. Sabe-se que a VW pretende ser líder por meio de seu ousado plano global, contando com investimentos nestes países”, afirma o diretor presidente da Jato Dynamics do Brasil, João Carlos Rodrigues. “Este momento contrasta com a fase delicada vivida pela Toyota. Embora seja evidente a troca de posições, não devemos nos surpreender com uma possível recuperação da liderança da Toyota em 2012”, ressalta.
Fonte: Do G1, em São Paulo
quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012
Brasil tem a gasolina mais cara do mundo
Mesmo com o controle de preço dos combustíveis pelo governo — uma tentativa de estabilizar a inflação ao consumidor no país — o motorista brasileiro paga um dos litros de gasolina mais caros do mundo. Uma pesquisa da consultoria americana Airinc, obtida pelo GLOBO, mostra que a gasolina comum vendida nos postos do país (R$ 2,90 por litro) custa 40% a mais do que em Buenos Aires (R$ 2,08) e 70% acima do comercializado em Nova York (R$ 1,71). Os dados foram coletados em 35 países, no mês de janeiro, e revela que a gasolina brasileira ocupa a 13ª posição entre as mais caras do mundo, próximo de países desenvolvidos. Como na Noruega, onde o combustível chega a custar R$ 4,49. Também estão à frente do Brasil, Inglaterra e Itália.
Segundo especialistas, os impostos cobrados sobre o produto nas bombas são os responsáveis pela distorção. O preço do combustível ao consumidor é atualmente composto por 39% de carga tributária (ICMS, Cide, PIS/Pasep e Cofins). Outros 18% são a margem da distribuidora e revendedora; 9% são o custo do álcool anidro (que é adicionado à gasolina) e mais 34% referem-se ao custo da refinaria.
Segundo Alisio Vaz, presidente do Sindicato Nacional das Empresas Distribuidoras de Combustíveis e Lubrificantes (Sindicom), o principal problema está no imposto na esfera estadual. No Rio, por exemplo, o governo do estado cobra 31% de ICMS sobre a venda da gasolina. Isso representa R$ 0,90 do preço do produto.
— Não é nosso papel ficar reclamando de tributação. Quem tem que fazer isso é o consumidor. O imposto é estabelecido pelos poderes Executivo e Legislativo. Mas a carga tributária é sim muito alta — afirmou Vaz, para quem o peso tributário torna desprezível, por exemplo, os problemas logísticos do país na distribuição de combustíveis, o que aumentaria em “alguns centavos de real o custo final do produto”.
Especialistas divergem sobre redução de impostos
Para Adriano Pires, diretor do Centro Brasileiro de Infraestrutura, no entanto, política tributária do combustível no país está correta. Ele explica que uma gasolina barata aumentaria o consumo do produto, causador de poluição, e beneficiaria apenas a parcela da população que tem dinheiro para ter automóvel:
— Uma gasolina barata não beneficiaria a coletividade. Reduzir impostos da gasolina significaria abrir mão de arrecadação para outros objetivos, como saúde e educação. Esse recurso pode ir para melhorar metrô, transporte coletivo. Gasolina barata é coisa de país pouco desenvolvido.
O tema é controverso. A classe C tem sido a principal responsável pelo aumento do consumo de combustíveis e pela compra de automóveis no Brasil. Segundo o antropólogo Everardo Rocha, da PUC-Rio, a carência de transportes públicos de qualidade muitas vezes exige a compra de um carro.
— Uma gasolina mais barata também incentivaria a indústria e a economia inteira. Foi assim nos EUA. Uma gasolina barata não é uma questão apenas de classe social. E quem garante que os recursos arrecadados são revertidos em investimento ou se perde em coisas menos importantes? — disse Rocha.
Petrobras alega que recebe R$ 1 por litro vendido
O combustível brasileiro aparece na pesquisa com o mais caro da América Latina, superando países como Chile (R$ 2,71), México (R$ 1,29) e Venezuela (R$ 0,03). Esta última tem o combustível mais barato do mundo.
O preço do combustível brasileiro não é mais caro porque a Petrobras vende o produto a preços subsidiado na refinaria, o que chegou a prejudicar o resultado da companhia no quarto trimestre do ano passado, cujo lucro caiu 52% frente ao mesmo período do ano anterior. E isso pode aumentar a pressão na estatal por um reajuste de preços.
Em entrevista exclusiva ao GLOBO publicada nesta quarta-feira, a presidente da Petrobras, Maria das Graças Foster, afirmou que “num tempo determinado, os preços terão que ser ajustados” ao ser perguntada sobre os impactos da perdas com combustíveis da companhia no ano passado. "Comparando 2011 com 2010, tivemos uma diferença de R$ 2,8 bilhões, o que é muito”, acrescentou Graça Foster.
Segundo a Petrobras, a companhia recebe sem impostos R$ 1,02 para cada litro de gasolina comum vendida nos postos, considerando um valor de R$ 3 por litro. A empresa acrescenta que não tem ingerência sobre o valor restante (R$1,98). “Portanto o preço final da gasolina no varejo não depende exclusivamente da companhia, mas envolve outros agentes”, acrescentou em nota.
Adriano Pires , do Cbie, defende a livre flutuação de preço do combustível e afirma que o governo brasileiro erra ao usar a gasolina como mecanismo de controle de inflação.
— O governo brasileiro tem que procurar outros meio de controlar a inflação sem ser pelo controle de preço do combustível. Em outros países, quando o preço do petróleo sobe, o custo da gasolina cresce — explica.
O produto comercializado pela Petrobras está 16% mais barato na gasolina e 21% mais barato no óleo diesel em relação ao preço lá fora. Por isso, a estatal deixou de arrecadar R$ 7,8 bilhões em 2011.
Fonte:http://www.paraiba.com.br/2012/02/16/99799-pesquisa-aponta-que-gasolina-vendida-no-brasil-e-a-mais-cara-do-mund
sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012
Brasil não pode romper acordo automotivo com México
Por :MAELI PRADO
A despeito das ameaças feitas nos bastidores nas últimas semanas pelo governo, o Brasil não pode, por conta própria, romper o acordo automotivo com o México, em vigor desde 2002. Se desejar sair da parceria, precisará contar com o apoio da Argentina, Paraguai e Uruguai.
Revisão de acordo automotivo com México está em nível 'preliminar'
Isso porque o primeiro artigo do acordo define como "partes contratantes" do documento Mercosul e México.
Quando o texto se refere à possibilidade de rompimento do acordo, afirma que "a parte contratante que desejar denunciar este acordo deverá comunicar sua decisão à outra parte contratante com 60 dias de antecipação".
Após anunciar a intenção de romper a parceria, o acordo se mantém por um ano antes de ser interrompido.
DEFICIT
A necessidade de revisão do documento surgiu por causa do elevado deficit comercial brasileiro com o país em veículos, que ultrapassou US$ 1,5 bilhão em 2011.
Pelo acordo de 2002, decisões como a alta no IPI para veículos que não tenham 65% de conteúdo regional não valem para o México.
Técnicos mexicanos vieram ao país e mantiveram reuniões com representantes brasileiros nesta semana.
O ministro Antonio Patriota (Relações Exteriores) afirmou ontem que as discussões estão em nível preliminar.
Além de ter de convencer os outros integrantes do Mercosul, o Brasil precisa enfrentar a oposição das grandes montadoras se quiser romper o acordo automotivo.
O Itamaraty afirmou que as negociações técnicas com o México serão retomadas nas próximas semanas.
Diversos modelos vendidos no mercado interno são fabricados pelas empresas no México, como o Fusion (Ford), Fiat 500 e Freemont (Fiat), Jetta (Volkswagen), Captiva (GM) e March, Sentra, Tiida e Versa (Nissan).
A despeito das ameaças feitas nos bastidores nas últimas semanas pelo governo, o Brasil não pode, por conta própria, romper o acordo automotivo com o México, em vigor desde 2002. Se desejar sair da parceria, precisará contar com o apoio da Argentina, Paraguai e Uruguai.
Revisão de acordo automotivo com México está em nível 'preliminar'
Isso porque o primeiro artigo do acordo define como "partes contratantes" do documento Mercosul e México.
Quando o texto se refere à possibilidade de rompimento do acordo, afirma que "a parte contratante que desejar denunciar este acordo deverá comunicar sua decisão à outra parte contratante com 60 dias de antecipação".
Após anunciar a intenção de romper a parceria, o acordo se mantém por um ano antes de ser interrompido.
DEFICIT
A necessidade de revisão do documento surgiu por causa do elevado deficit comercial brasileiro com o país em veículos, que ultrapassou US$ 1,5 bilhão em 2011.
Pelo acordo de 2002, decisões como a alta no IPI para veículos que não tenham 65% de conteúdo regional não valem para o México.
Técnicos mexicanos vieram ao país e mantiveram reuniões com representantes brasileiros nesta semana.
O ministro Antonio Patriota (Relações Exteriores) afirmou ontem que as discussões estão em nível preliminar.
Além de ter de convencer os outros integrantes do Mercosul, o Brasil precisa enfrentar a oposição das grandes montadoras se quiser romper o acordo automotivo.
O Itamaraty afirmou que as negociações técnicas com o México serão retomadas nas próximas semanas.
Diversos modelos vendidos no mercado interno são fabricados pelas empresas no México, como o Fusion (Ford), Fiat 500 e Freemont (Fiat), Jetta (Volkswagen), Captiva (GM) e March, Sentra, Tiida e Versa (Nissan).
quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012
Facebook divulga novos detalhes sobre sua entrada na bolsa
O Facebook ofereceu nesta quarta-feira novos detalhes de sua iminente entrada na bolsa, uma semana depois de ter iniciado formalmente os trâmites para começar a cotar em Wall Street no segundo trimestre deste ano.
Na documentação apresentada à Comissão da Bolsa de Valores (SEC, na sigla em inglês), a popular rede social deu mais detalhes sobre sua relação com a empresa Zynga, ao lado da qual trabalhará para aumentar o número de usuários de cada uma.
Na semana passada, quando a empresa fundada por Mark Zuckerberg iniciou os trâmites para entrar na bolsa, foi revelado que a Zynga, que começou a cotar em Wall Street em dezembro, gera aproximadamente 12% da receita do Facebook.
Entre os novos documentos apresentados à SEC, a rede social incluiu nesta quarta-feira o contrato de Zuckerberg datado de 2005 no qual o salário do executivo é fixado em US$ 500 mil anuais, embora tenha se comprometido a receber US$ 1 a partir de 2013.
O fundador do Facebook também terá direito a uma bonificação de 45% e opções sobre ações da companhia, assim como a diretora-executiva financeira, Sheryl Sandberg, cujo salário anual é de US$ 300 mil.
Além disso, a companhia, que espera arrecadar US$ 5 bilhões com sua oferta pública inicial de venda de ações, revelou o contrato de arrendamento de sua sede em Palo Alto (Califórnia), pela qual pagou no ano passado US$ 11 milhões e que ascenderá a US$ 22,7 milhões em 2025.
O Facebook quer começar a negociar suas ações no segundo trimestre do ano, mas ainda não determinou se isso acontecerá na Bolsa de Valores de Nova York (NYSE) ou na Nasdaq, onde cotam algumas das maiores empresas de tecnologia do mundo.
Na semana passada, a empresa não detalhou o número de ações que planeja lançar no mercado nem seu preço, mas apresentou suas contas referentes a 2011, quando registrou receita de US$ 3,7 bilhões e lucro líquido de US$ 1 bilhão.
Segundo as últimas informações publicadas na imprensa especializada, a avaliação da popular rede social com 845 milhões de usuários ficaria entre US$ 75 bilhões e US$ 100 bilhões.
Fonte: http://folha.com/no1046157
segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012
Governo publica normas para preenchimento do IRPF 2012
Brasília - O Diário Oficial da União publicou hoje (6) a instrução normativa que estabelece normas e procedimentos para o preenchimento da declaração do Imposto de RendaPessoa Física 2012. O programa gerador da declaração deverá ser liberado na internet até o dia 24, segundo informações da Receita Federal.
Pela instrução normativa, entre os obrigados a declarar estão os contribuintes que receberam rendimentos tributáveis cuja soma foi superior a R$ 23.499,15. Deverá declarar ainda quem recebeu rendimentos isentos, não tributáveis ou tributados exclusivamente na fonte, cuja soma foi superior a R$ 40 mil.
Deve preencher a declaração quem obteve, em qualquer mês, ganho de capital na alienação de bens ou direitos, sujeito à incidência do imposto, ou realizou operações em bolsas de valores, de mercadorias, de futuros e assemelhadas ou obteve receita bruta com a atividade rural superior a R$ 117.495,75.
Ainda em relação à atividade rural, quem tem posse de bens ou propriedade, inclusive terra nua, com valor superior a R$ 300 mil até 31 de dezembro, também está obrigado a declarar.
A declaração terá que ser apresentada entre 1º de março e 30 de abril pela internet ou entregue em disquetes nas agências da Caixa Econômica Federal ou do Banco do Brasil.
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