10 dicas para entrar em 2012 com as finanças no azul
Planejamento financeiro de 2012: é fundamental evitar parcelamentos das compras de final do ano. Na empolgação do consumismo típico da época, esquece-se que os rendimentos extras, também típicos do período, não persistirão pelo ano seguinte. Porém, se o parcelamento for inevitável, faça uma planilha em que o valor já comprometido esteja previsto nos meses correspondentes. Sem esse controle, é certo o acúmulo de dívidas e o risco da inadimplência. É assim que inicia-se o ciclo de endividamento que afasta a realização daquilo que realmente traz satisfação e agrega valor à vida das pessoas. Por isso, reúna-se com a família para definir os desejos de curto (um anos), médio (até cinco anos) e longo (mais de 10 anos) prazos ou aqueles que se pretende em realizar em 2012 e incorpore o valor mensal necessário para a realização dos mesmos no orçamento mensal do próximo ano. Subtraia o valor desses sonhos da receita. O saldo restante é o orçamento para as demais despesas mensais.
Pesquisar preço e comprar à vista: Tudo que se compra em prestações paga-se mais caro. Já quem pesquisa o melhor preço paga menos e aumenta a chance de comprar à vista e obter desconto.
Pedir desconto: Se um produto custa mil reais e pode ser parcelado em 10 vezes de 100 reais, certamente à vista custará de 10% a 20% menos.
Reter 10% dos rendimentos: para começar a construir a independência financeira, deve-se guardar 10% do que ganha. Com o tempo, pode-se partir para um plano de previdência privada para complementar o INSS.
Qualquer que seja a dívida, o consumidor deve investigar o que está levando ele a gastar mais do que ganha, somando dívidas que não consegue pagar e que roubam recursos que deveriam ser destinados para a realização de sonhos. Fazer acordos para pagamentos de dívidas sem antes saber qual é a real capacidade de pagamento, sem cortar excessos, sem ajustar o orçamento ao verdadeiro padrão de vida é um grande risco, além de uma medida paliativa que apenas adia a solução da causa do problema. Abaixo, algumas medidas para ajudar a quitar dívidas e reequilibrar as finanças.
Cheque especial - cheque especial é uma das mais altas taxas de juros praticadas no mundo. Procure o gerente da conta e proponha imediato cancelamento dessa linha de crédito, mesmo que esteja utilizando. Proponha troca por uma linha de crédito que não ultrapasse 3% de juros mensais. Caso esteja pagando 100 reais de juros ao mês, proponha um parcelamento do mesmo valor, com prazo alongado. Isto fará com que não tenha mais que pagar juros mensais de 10% - isso faz sua dívida dobrar a cada 7 meses. Caso o gerente não aceite, o melhor a fazer é poupar para uma futura negociação.
Cartão de crédito - busque negociação com operadora do cartão ou banco. Proponha um parcelamento com juros que não ultrapassem 3% ao mês, e que estas prestações caibam no orçamento financeiro mensal. Caso a operadora ou banco não aceitem, não faça acordos que não conseguirá cumprir. Mesmo que o nome seja negativado, guarde dinheiro mensalmente para uma futura negociação. Outra estratégia é buscar crédito com taxas mais baixas como, por exemplo, o crédito consignado. Mas atenção: não resolve trocar um credor por outro, é preciso resolver e atacar a verdadeira causa do desequilíbrio financeiro.
Financiamento de casa - Para a maioria dos brasileiros a compra da casa própria é um sonho que só é possível realizar adquirindo uma dívida ˆ o financiamento imobiliário. Em boa parte dos casos, o que impede o pagamento das prestações da casa são os gastos supérfluos. Se está difícil pagar as prestações, o melhor a fazer, além de cortar excessos de gastos, é procurar a financiadora e propor um alongamento da dívida, adequando a prestação à real capacidade de pagamento. Caso não consiga a renegociação, estude a possibilidade de trocar esse imóvel por um de preço inferior.
Carro - um veículo não é investimento e, sim, um bem de consumo. A prestação em si nem sempre é o motivo da dificuldade de custear esse bem - embora ao final do financiamento a pessoa tenha pagado por dois veículos e levado apenas um. O verdadeiro problema está na manutenção do veículo, cujo custo mensal equivale, em média, a 3% do valor do carro. A manutenção de um veículo de 20 mil reais, por exemplo, tem um custo de aproximadamente 600 reais mensais - gasolina, seguro, licenciamento, IPVA, entre outros. Portanto, é importante analisar o custo-benefício da compra do veículo. Se tê-lo é uma necessidade e está difícil pagar é melhor rever o orçamento e tentar renegociar o prazo da dívida com prestações que realmente caibam no bolso, considerando todas as demais despesas já assumidas. Se a renegociação também não for possível, o melhor é buscar um advogado e providenciar a devolução do veículo.
Fonte: Administradores.com.br
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quarta-feira, 30 de novembro de 2011
segunda-feira, 7 de novembro de 2011
Marcopolo tem alta de 20,8% em seu lucro líquido no 3º trimestre, para R$ 78,5 m
A Marcopolo (POMO4) relatou alta de 20,8% em seu lucro líquido na comparação entre o terceiro trimestre de 2010 e de 2011, alcançando R$ 78,5 milhões, segundo balanço divulgado pela empresa nesta segunda-feira (7). A companhia também reportou avanço de 24,6% na sua receita líquida consolidada na mesma base comparativa, atingindo R$ 888,6 milhões.
A companhia credita esse bom desempenho à forte demanda no mercado internacional, que impulsionou as receitas no exterior e com as exportações, que atingiram R$ 215,7 milhões, montante 29,2% ao que foi visto no 3T10. O Ebitda (geração operacional de caixa) da companhia atingiu R$ 127,2 milhões, um avanço de 42,4% na mesma base comparativa. A margem Ebitda (relação percentual entre a receita líquida e o Ebitda) avançou 1,8 ponto percentual, alcançando 14,3%.
Otimismo para os próximos trimestres
A administração da empresa ressaltou o que ela acreditar ser um bom desempenho nos últimos anos. "Os resultados obtidos são fruto de decisões estratégicas que se mostraram corretas e de um programa de investimentos no montante de R$ 330 milhões", destacam.
Dessa forma, a companhia mostra-se bastante confiante com os próximos trimestres. "Existem razões para acreditar que o próximo ano também será positivo, como as eleições municipais, que gera renovação da frota de ônibus urbanos", destaca a companhia, que espera também se aproveitar dos eventos esportivos no Brasil na próxima década, e a ampliação dos investimentos em transporte público.
Fonte: infomoney.com.br
A companhia credita esse bom desempenho à forte demanda no mercado internacional, que impulsionou as receitas no exterior e com as exportações, que atingiram R$ 215,7 milhões, montante 29,2% ao que foi visto no 3T10. O Ebitda (geração operacional de caixa) da companhia atingiu R$ 127,2 milhões, um avanço de 42,4% na mesma base comparativa. A margem Ebitda (relação percentual entre a receita líquida e o Ebitda) avançou 1,8 ponto percentual, alcançando 14,3%.
Otimismo para os próximos trimestres
A administração da empresa ressaltou o que ela acreditar ser um bom desempenho nos últimos anos. "Os resultados obtidos são fruto de decisões estratégicas que se mostraram corretas e de um programa de investimentos no montante de R$ 330 milhões", destacam.
Dessa forma, a companhia mostra-se bastante confiante com os próximos trimestres. "Existem razões para acreditar que o próximo ano também será positivo, como as eleições municipais, que gera renovação da frota de ônibus urbanos", destaca a companhia, que espera também se aproveitar dos eventos esportivos no Brasil na próxima década, e a ampliação dos investimentos em transporte público.
Fonte: infomoney.com.br
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